Propaganda é Negócio: O Cliente João Sem Braço

Recebi esta história de um amigo que passou pelo mesmo problema que muitos publicitários, designers e social mídias passam: não receber do cliente que contrata o serviço direto.

A série Propaganda é Negócio tem como objetivo mostrar o quanto os profissionais de comunicação sofrem com o cliente mau pagador, o quanto a gente precisa se unir para fortalecer a classe e deixar de se sujeitar a esse tipo de problema.

Hoje a gente curte a história do Cliente João sem braço. E se você também quer compartilhar uma história dessas por aqui, é só mandar um e-mail para contato@papodejob.com.br, não precisa identificar cliente, nem agência, o que a gente quer é que as lições que você sofreu pra aprender, sirvam de exemplo para os colegas.


Mas antes…. curte lá, a gente espera: FacebookInstagram e, claro, se inscreve no canal do Youtube para acompanhar o Papo de Job na TV 🙂


O Cliente João Sem Braço

Oi, Papo de Job! Eu costumo ler a série Propaganda é Negócio e já me identifiquei com muitas histórias que vi por lá. Hoje finalmente resolvi criar coragem pra contar a minha.
Eu sou publicitário e sempre atendi clientes de design e marketing digital. Um desses clientes me acompanha há um tempo e seu mau pagamento também.

Propaganda é Negócio! Calote - Publicidade MSEle trabalha no segmento de beleza, cobra caro por cada serviço, mas do meu preço reclamou um pouco antes de topar pagar.
Bom, o combinado era que eu ficaria responsável pelas redes sociais da sua empresa, cuidaria das fotos e das postagens. No primeiro mês tudo certo, pagamento em dia. Já no segundo os problemas começaram a aparecer… atrasos e pagamentos divididos em várias partes.

Trabalhamos um bom tempo dessa forma, ele “pagava” quando queria e eu continuava atendendo. Ele contava um monte de história, dava desculpas, era um”João sem braço”. Depois ele não pagava mais… depois voltava e pedia mais um monte de coisas e esquecia de pagar de novo.

Até que eu resolvi mudar, abri uma pequena agência com um sócio e já não podia mais carregar esse cliente comigo. 
Mas aí o cliente pediu pra eu reconsiderar, ele ia participar de um evento muito importante para o seu segmento e precisava de materiais de comunicação, pediu ajuda, argumentou e combinamos da seguinte forma: ele paga, eu trabalho. Só recebo com pagamento adiantado.

Acho que aprendi a lição!

Desejo boa sorte aos colegas publicitários e espero que a minha história te ajude a ver que alguns clientes não valem a pena.”

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